Entrevista inicial com a família
Escuto a queixa, o histórico de desenvolvimento, a rotina e o contexto familiar e escolar. É aqui que definimos, juntos, qual pergunta a avaliação precisa responder.
Nayara Faleiro · Psicóloga e Neuropsicóloga · CRP 06/187160
Um processo cuidadoso para compreender como a sua criança pensa, aprende, se comporta e se relaciona — e para responder, com clareza, à pergunta que trouxe a sua família até aqui.
Na maioria das vezes, as famílias chegam até aqui com uma pergunta concreta — algo que vem sendo observado em casa, apontado pela escola ou percebido por outro profissional. A avaliação começa exatamente aí: na sua pergunta.
Alguns dos motivos mais comuns:
Leitura, escrita ou matemática que não avançam no ritmo esperado, apesar do esforço e do apoio.
Distração frequente, dificuldade para iniciar ou concluir tarefas, agitação, esquecimentos.
Irritabilidade, crises intensas, oposição, ansiedade ou dificuldade para lidar com frustrações.
Dúvidas sobre marcos do desenvolvimento, fala, interação social ou brincar em crianças pequenas.
A criança demonstra capacidade, mas o desempenho no dia a dia não acompanha o que se espera dela.
Interesses muito avançados, aprendizagem rápida ou desempenho que se destaca em relação à faixa etária.
Relatos dos professores sobre aprendizagem, atenção, socialização ou comportamento em sala.
Encaminhamento do pediatra, neuropediatra, psiquiatra, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional ou psicólogo.
Quando a criança já é acompanhada e a equipe precisa entender melhor seu funcionamento para ajustar a conduta.
Você não precisa ter certeza de nada para procurar uma avaliação. Uma dúvida bem formulada já é um bom ponto de partida — e parte do meu trabalho é ajudar a organizar essa pergunta antes mesmo de começarmos.
A avaliação neuropsicológica descreve como a criança funciona: quais recursos ela já tem bem estabelecidos, onde encontra mais dificuldade e de que forma essas características aparecem em casa, na escola e nas relações.
Para isso, utilizo instrumentos padronizados, escalas, entrevistas e observação clínica — sempre escolhidos a partir da idade da criança e da pergunta que motivou a avaliação. Entre os aspectos analisados:
Dependendo do que a avaliação revelar, algumas hipóteses diagnósticas podem ser investigadas, sustentadas ou descartadas. Elas fazem parte do processo — mas não são o ponto de chegada.
Nem toda avaliação termina em um diagnóstico — e isso também é um resultado. Em muitos casos, o mais importante é compreender o perfil de funcionamento da criança, identificar o que está sustentando a dificuldade e definir o que fazer a partir dali. Quando uma hipótese diagnóstica se sustenta, ela entra como uma parte da resposta, nunca como a resposta inteira.
O processo costuma acontecer ao longo de algumas semanas, em encontros organizados de acordo com a idade e o ritmo da criança.
Escuto a queixa, o histórico de desenvolvimento, a rotina e o contexto familiar e escolar. É aqui que definimos, juntos, qual pergunta a avaliação precisa responder.
Seleciono os instrumentos, escalas e estratégias adequados à idade da criança e à demanda apresentada. Não existe protocolo pronto: cada plano é montado caso a caso.
Encontros lúdicos e estruturados, com testes, atividades e observação clínica. A criança é acolhida em um ambiente tranquilo, no tempo dela e sem clima de prova.
Com a autorização da família, recolho informações da escola e da equipe que acompanha a criança. Ver como ela funciona em mais de um contexto muda a leitura do caso.
Reúno tudo — resultados dos testes, observação, história de vida e relatos — para construir uma compreensão integrada do perfil de funcionamento da criança.
Apresento os resultados à família em linguagem clara, respondo às dúvidas e entrego o documento com as conclusões, orientações e encaminhamentos.
Não atendo todas as faixas etárias. Minha prática é voltada especificamente para a avaliação de crianças em diferentes etapas do desenvolvimento — o que inclui experiência com pré-escolares, um público que exige instrumentos e manejo próprios.
Especialista em Neuropsicologia pelo HC/FMUSP, com qualificações complementares em avaliação de pré-escolares, neurodesenvolvimento infantil, TDAH, TEA, altas habilidades/superdotação e identificação de sinais precoces de autismo.
O plano é construído a partir da demanda real da família, e não de um pacote padronizado. O objetivo é sair do processo com clareza sobre o que fazer — não apenas com uma lista de resultados.
Explico os resultados em linguagem acessível e traduzo cada conclusão em recomendações práticas para a rotina de casa, para a escola e para os profissionais envolvidos.
Métodos, técnicas e instrumentos selecionados de acordo com critérios técnico-científicos, com condução ética e sigilo em todas as etapas.
Quem vai cuidar da sua criança
Psicóloga e Neuropsicóloga · CRP 06/187160
Sou psicóloga e neuropsicóloga e atuo há 5 anos com Avaliação Neuropsicológica Infantil. Sou especialista em Neuropsicologia pelo HC/FMUSP, com atuação voltada à avaliação de crianças em diferentes etapas do desenvolvimento, incluindo pré-escolares.
Ao longo da minha trajetória profissional, busquei formação complementar em áreas centrais do desenvolvimento infantil, com qualificações em Avaliação Neuropsicológica de Pré-Escolares, Neurodesenvolvimento Infantil, TDAH, Transtorno do Espectro Autista (TEA), Altas Habilidades/Superdotação e identificação de sinais precoces de autismo.
Minha prática é direcionada à compreensão do perfil cognitivo, comportamental e socioemocional de cada criança, considerando suas dificuldades, potencialidades e particularidades do desenvolvimento. Acredito que entender como uma criança funciona é o que permite orientar, com segurança, os próximos passos da família, da escola e dos profissionais que a acompanham.
O processo não se encerra com a entrega de um documento. Ele termina quando a família entende o que foi encontrado e sabe o que fazer com essa informação.
Compreender o que está por trás de um comportamento muda a forma de responder a ele. A família passa a ter uma leitura mais precisa da criança, expectativas mais ajustadas e estratégias concretas para o dia a dia — o que costuma reduzir conflitos e culpa.
Com informações sobre como a criança aprende, a escola pode ajustar recursos, adaptações e formas de avaliação. As recomendações são escritas para serem aplicáveis na prática pedagógica, e não apenas descritivas.
Pediatras, neuropediatras, psiquiatras, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e psicólogos recebem um panorama integrado do funcionamento da criança, que ajuda a direcionar condutas e a acompanhar a evolução ao longo do tratamento.
Depoimentos publicados por famílias e profissionais no perfil do Google, transcritos na íntegra. Ver o perfil no Google
A Nayara é uma profissional dedicada e excelente. Acompanhei toda a avaliação da minha filha de quatro anos de idade com diagnóstico de TEA, e notei sua habilidade com crianças pequenas. Minha filha também sentiu-se muito confortável nos…
A Nayara é uma profissional altamente competente e atualizada. Faz uma avaliação diferenciada e minuciosa, o que contribui muito para guiar as famílias e profissionais nos tratamentos e intervenções com as crianças com necessidades específicas.
Excelente profissional, um ser humano carismático e atencioso com todos que a procura, consegue transmitir de forma clara e sucinta os diagnósticos. Me senti segura e confiante com ela.
Uma excelente profissional, competente e empatica. Me forneceu um diagnóstico preciso e me propôs um tratamento personalizado.
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Ótima profissional! Atenciosa e dedica.
Uma ótima profissional. Atenciosa.
Um ambiente pensado para favorecer o conforto, o vínculo e o envolvimento da criança nas atividades, contribuindo para condições adequadas de avaliação e para uma interpretação mais segura de seu desempenho.
Reuni aqui as dúvidas que mais aparecem no primeiro contato. Se a sua pergunta não estiver na lista, me chame no WhatsApp — respondo pessoalmente.
Atendo crianças em diferentes etapas do desenvolvimento, incluindo pré-escolares. Existem instrumentos específicos para cada faixa etária, e a avaliação de crianças pequenas é uma das áreas em que tenho formação dedicada. Na conversa inicial confirmamos se a avaliação é o caminho indicado para o momento da sua criança.
Varia conforme a idade da criança, a complexidade do caso e o ritmo dela nas sessões. De modo geral, o processo completo — da entrevista inicial à entrega do laudo — costuma se desenvolver ao longo de algumas semanas. Na primeira conversa apresento uma estimativa realista para o seu caso.
Não. A família pode procurar a avaliação diretamente. Se houver um encaminhamento do pediatra, do neuropediatra ou de outro profissional, ele é bem-vindo, porque ajuda a delimitar melhor a pergunta da avaliação — mas não é obrigatório.
Não, e esse é um ponto importante. O objetivo central é compreender o perfil de funcionamento da criança e responder à pergunta que motivou a avaliação.
Em alguns casos, uma hipótese diagnóstica se sustenta. Em outros, ela é descartada — e isso também é um resultado valioso, porque redireciona o cuidado. Em ambos os cenários, a família sai com uma descrição clara de como a criança funciona e com orientações sobre o que fazer a seguir.
Não. As sessões são conduzidas de forma lúdica e acolhedora, respeitando o ritmo e o cansaço da criança. As atividades são apresentadas de forma adequada à idade e às características da criança, em um ambiente acolhedor e sem clima de prova ou cobrança por desempenho.
Sempre que possível e com autorização da família, sim. Informações dos professores sobre aprendizagem, atenção, comportamento e socialização enriquecem muito a leitura do caso, porque mostram como a criança funciona fora de casa. Ao final, a escola pode receber orientações específicas quando isso for pertinente.
A avaliação psicológica é um processo amplo de investigação de fenômenos psicológicos, realizado de acordo com a demanda e a finalidade do atendimento.
A avaliação neuropsicológica é uma modalidade especializada desse processo, voltada especialmente à compreensão das relações entre funcionamento cognitivo, comportamento, emoções e desenvolvimento. Em crianças, pode investigar atenção, memória, linguagem, funções executivas, habilidades intelectuais e aprendizagem, sempre considerando a história de desenvolvimento e os diferentes contextos em que a criança está inserida.
Uma devolutiva com a família e um laudo psicológico decorrente da avaliação neuropsicológica, elaborado conforme a Resolução CFP nº 06/2019, contendo histórico, procedimentos utilizados, resultados, conclusões, orientações e encaminhamentos. Quando pertinente, também são entregues orientações direcionadas à escola.
Sim. Quando pertinente à demanda, o documento pode oferecer subsídios técnicos para a compreensão das necessidades da criança e para a discussão de estratégias pedagógicas, adaptações e recursos de apoio junto à escola.
Sim. Todas as informações, resultados e documentos são tratados com sigilo profissional, conforme o Código de Ética Profissional do Psicólogo. Qualquer compartilhamento com a escola ou com outros profissionais só acontece com autorização expressa dos responsáveis.
O atendimento é particular. Como cada plano de avaliação é montado a partir da demanda e da idade da criança, valores e condições são apresentados na conversa inicial, sem compromisso. Me chame no WhatsApp e conversamos.
Me conte o que você tem observado. A partir dessa conversa, avaliamos juntos se a Avaliação Neuropsicológica é o caminho indicado neste momento — sem compromisso.
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